Depois de alguns anos de atividades neste blog, estou iniciando um novo projeto e uma nova proposta de blog, o universodosieds.blogspot.com.br
Este novo ambiente irá abordar um maior número de dispositivos, ter atualizações mais frequentes e procurar estar na ponta das tecnologias empregadas pelos fabricantes na área de proteção e automação de subestações.
Portanto, convido vocês a conhecerem esse novo espaço de colaboração. Sintam-se à vontade em enviar suas sugestões e críticas.
Estou aguardando suas visitas!
Abraços e obrigado pela convivência durante estes anos!
Dicas e soluções em relés, softwares e sistemas de proteção e automação elétrica.
Descobrindo o IP do switch Ruggedcom através da porta serial
Com a colaboração do colega José Pereira/SOCP, em Teresina-PI, temos uma maneira rápida e eficiente de como descobrir o IP do switch Ruggedcom, fabricante adotado pela maioria dos projetos de sistemas digitais para automação de subestações.
O acesso é feito pela porta serial, através do Hyper Terminal do Windows. É bastante simples e você pode acompanhar o "Como fazer..." pelo vídeo especialmente editado para este tutorial.
Em breve traremos mais dicas com essa ferramenta ideal para pequenos treinamentos.
O acesso é feito pela porta serial, através do Hyper Terminal do Windows. É bastante simples e você pode acompanhar o "Como fazer..." pelo vídeo especialmente editado para este tutorial.
Faça um upgrade no currículo com a Energy University, da Schneider-Electric.
A Schneider-Electric, uma das líderes em eficiência energética no mundo, oferece vários cursos gratuitos sobre o assunto.
Através da Energy University, o profissional da área conta com um site repleto de informações sobre tudo o que a empresa trabalha no campo. Uma ferramenta e tanto para promover o aprimoramento e a especialização numa área que tem se mostrado bastante promissora nos próximos anos, visto que a economia no consumo de energia pode promover o uso inteligente dos recursos das empresas e das residências.
Esse é o endereço : www.myenergyuniversity.com
Disponível em diversas línguas, o site é intuitivo e bem prático. O profissional preenche um cadastro e passa a ter acesso à área de treinamentos, pode personalizar sua área de trabalho com seus dados, preferências de idiomas, entre outros recursos.
Os cursos estão disponíveis em vários idiomas e estão listados na aba "Catálogo".
São bem completos e aplicáveis às mais diversas especialidades, como HVAC, Fundamentos de Eficiência Energética, Aspectos econômicos sobre eficiência energética, entre outros. Também é possível encontrar outros cursos se procurarmos no catálogo de cursos em inglês, por exemplo.
Os cursos possuem duração de 20, 30 e até 40 horas. Podem ser feitos com intervalos, ou seja, dá prá estudar em determinadas horas do dia, sem interferir em outras atividades. E claro, possuem certificado da Schneider-Electric após a conclusão do curso, se a nota for superior a 7,0.
Então, aproveitem mais essa oportunidade de aperfeiçoamento disponível e divulguem aos amigos profissionais da área!
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Os cursos possuem duração de 20, 30 e até 40 horas. Podem ser feitos com intervalos, ou seja, dá prá estudar em determinadas horas do dia, sem interferir em outras atividades. E claro, possuem certificado da Schneider-Electric após a conclusão do curso, se a nota for superior a 7,0.
Então, aproveitem mais essa oportunidade de aperfeiçoamento disponível e divulguem aos amigos profissionais da área!
Como conseguir o software MiCOM S1 Studio, da Alstom Grid
Esse é a primeira postagem do ano, por incrível que pareça...Mas reiniciaremos os trabalhos de trocas de experiências sobre nossos softwares e dispositivos...
Hoje publico mais uma dica ref. ao fabricante Alstom Grid. Alguns já conhecem o software Micom S1 Studio, ferramenta imprescindível para trabalhar com os relés das séries 20,30 e 40 da Alstom Grid. Mas alguns não sabem que este programa pode ser obtido diretamente do fabricante e gratuitamente.
É possível se inscrever na página oficial do software, para, posteriormente, receber um link para o download. São poucos dados, você gasta pouco tempo e tem o benefício de utilizar um software atualizado, receber um e-mail sobre atualizações e os links para os downloads, mantendo o que há de mais moderno em relação ao software em sua máquina.
O link para o cadastro é: http://www.alstom.com/grid/micomrequest/
Quem preferir, pode ir na página do próprio MiCOM (http://www.alstom.com/grid/ms1/) e procurar, no final da página, o link onde está escrito "You can request it by filling out the Contact form."
Bons trabalhos!
Hoje publico mais uma dica ref. ao fabricante Alstom Grid. Alguns já conhecem o software Micom S1 Studio, ferramenta imprescindível para trabalhar com os relés das séries 20,30 e 40 da Alstom Grid. Mas alguns não sabem que este programa pode ser obtido diretamente do fabricante e gratuitamente.
É possível se inscrever na página oficial do software, para, posteriormente, receber um link para o download. São poucos dados, você gasta pouco tempo e tem o benefício de utilizar um software atualizado, receber um e-mail sobre atualizações e os links para os downloads, mantendo o que há de mais moderno em relação ao software em sua máquina.
O link para o cadastro é: http://www.alstom.com/grid/micomrequest/
Quem preferir, pode ir na página do próprio MiCOM (http://www.alstom.com/grid/ms1/) e procurar, no final da página, o link onde está escrito "You can request it by filling out the Contact form."
Bons trabalhos!
Conheça a Conprove Engenharia!
Fundada em 1984, a Conprove foi concebida como uma empresa focada totalmente para a área de sistema de potência, aplicando tecnologia de ponta para suprir o mercado com instrumentos digitais de medidas elétricas e de aferição de dispositivos de proteção. Também oferece cursos de treinamento para desenvolvimento técnico de profissionais, bem como dispõe de uma estrutura de consultores para desenvolver estudos para solução de problemas específicos de engenharia elétrica.
Em seu site (www.conprove.com.br), existe uma documentação vasta e de bastante utilidade para o dia-a-dia dos profissionais de proteção. Na seção de Artigos, estão publicados trabalhos dos últimos 7 anos, apresentados em diversos congressos e seminários técnicos. Já na seção de Tutoriais, são encontrados diversos arquivos para utilização durante testes de relés e outros equipamentos, de vários fabricantes e separados por funções de proteção. Além disso, ainda contam com um fórum para discussão de assuntos e troca de informações. Muito interessante!
Vale a pena conferir a qualidade e deixar o site em seus favoritos. Sempre há atualizações e a credibilidade justificam!
Em seu site (www.conprove.com.br), existe uma documentação vasta e de bastante utilidade para o dia-a-dia dos profissionais de proteção. Na seção de Artigos, estão publicados trabalhos dos últimos 7 anos, apresentados em diversos congressos e seminários técnicos. Já na seção de Tutoriais, são encontrados diversos arquivos para utilização durante testes de relés e outros equipamentos, de vários fabricantes e separados por funções de proteção. Além disso, ainda contam com um fórum para discussão de assuntos e troca de informações. Muito interessante!
Vale a pena conferir a qualidade e deixar o site em seus favoritos. Sempre há atualizações e a credibilidade justificam!
Como criar um banco de dados no software F6 Test, da Doble Engineering.
É possível criar uma estrutura topológica no F6 Test para facilitar a organização dos testes. Significa montar uma "árvore" de pastas, dividindo os relés por subestação, LT ou equipamento e ainda função no bay. Vamos fazer um passo a passo para conduzir o raciocínio de forma concatenada.
O primeiro desses passos é criar uma base de dados nova, através do menu "Arquivo - Novo". Com isso, surge uma tela para confirmação do lugar onde a base ficará armazenada e qual será o nome atribuído à mesma.
Agora temos a base criada e pronta para ser editada. Clicando com o botão direito em cima do nome da base, que fica no lado esquerdo da tela, é possível inserir os subníveis que determinaram nossa topologia. Para efeito de treinamento, criamos a seguinte hierarquia:
Surge então a necessidade de explicar alguns conceitos importantes do programa, para que a distinção fique clara para o usuário. A navegação é feita através de abas que vão mudando a medida que pontos diferentes do programa são acessados. Na imagem acima, são listadas 4 abas. A primeira traz o conceito de Plano de Testes, que permite separar, por exemplo, testes de comissionamentos de testes de manutenções posteriores. É o primeiro filtro para os testes. A segunda aba permite informarmos os dados sobre a LT e os gráficos de características (impedância, sobrecorrente, diferencial,etc). A terceira aba nos dá a possibilidade de configurar a interface que será usada nos testes, como entradas/saídas físicas ou lógicas e a quantidade de sinais analógicos necessários. A quarta aba é reservada para anotações ou para anexar algum arquivo importante. Essa é a tela da terceira aba, onde podemos verificar as conexões configuradas para os sinais analógicos.
Esta maneira de uso não é fixa, podendo ser adequada a cada caso. A intenção é mostrar que o software permite organizar os testes de forma parecida com a estrutura de pastas e arquivos que os usuários estão acostumados.
O primeiro desses passos é criar uma base de dados nova, através do menu "Arquivo - Novo". Com isso, surge uma tela para confirmação do lugar onde a base ficará armazenada e qual será o nome atribuído à mesma.
Agora temos a base criada e pronta para ser editada. Clicando com o botão direito em cima do nome da base, que fica no lado esquerdo da tela, é possível inserir os subníveis que determinaram nossa topologia. Para efeito de treinamento, criamos a seguinte hierarquia:
Surge então a necessidade de explicar alguns conceitos importantes do programa, para que a distinção fique clara para o usuário. A navegação é feita através de abas que vão mudando a medida que pontos diferentes do programa são acessados. Na imagem acima, são listadas 4 abas. A primeira traz o conceito de Plano de Testes, que permite separar, por exemplo, testes de comissionamentos de testes de manutenções posteriores. É o primeiro filtro para os testes. A segunda aba permite informarmos os dados sobre a LT e os gráficos de características (impedância, sobrecorrente, diferencial,etc). A terceira aba nos dá a possibilidade de configurar a interface que será usada nos testes, como entradas/saídas físicas ou lógicas e a quantidade de sinais analógicos necessários. A quarta aba é reservada para anotações ou para anexar algum arquivo importante. Essa é a tela da terceira aba, onde podemos verificar as conexões configuradas para os sinais analógicos.
Esta maneira de uso não é fixa, podendo ser adequada a cada caso. A intenção é mostrar que o software permite organizar os testes de forma parecida com a estrutura de pastas e arquivos que os usuários estão acostumados.
Um pouco sobre a caixa de testes F6150, da Doble Engineering.
A tarefa de verificar a funcionalidade de um relé de proteção nos dias de hoje está bastante simplificada devido às facilidades oferecidas por esses dispositivos conhecidos como Caixas de Testes. Estas permitem simular as inúmeras condições de falta em que o relé estaria submetido quando em operação, bem como implementar recursos do controle do bay, como contatos de disjuntores, chaves de seleção, entre outros, credibilizando os relatórios dos testes.
Uma dessas caixas responde pelo nome de F6150, da Doble Engineering. Possui design simples, 16 contatos para interface de controle (8 entradas e 8 saídas), fonte auxiliar DC(48,125 ou 250VDC), capacidade de sincronização por GPS para partida simultânea em 2 terminais, comunicação com o notebook de controle por Ethernet, envio e recebimento de mensagens GOOSE, entre outros recursos.
Pode ser controlada através, basicamente, de 2 softwares. Um é chamado de "Painel de Controle" e o outro é conhecido como "F6 Test". Estes possuem características distintas quanto aos objetivos. O primeiro possui interface mais simples e é utilizado para conferir a correta ligação da bancada ou ainda fazer alguns testes menos elaborados de pickup´s.
Já o F6 Test permite utilizar uma estrutura similar à navegação de pastas do Windows para organizar a base de dados, dividindo os testes por bay, por relé, por tipo de relés, como o usuário preferir. Um recurso interessante é que nesse ambiente podemos utilizar características da própria parametrização do equipamento que está sendo testado. Podem ser implementadas "curvas" de operação de sobrecorrente, utilização de arquivos ".rio" para relés de distância, slopes para relés diferenciais, ferramentas estas que podem agilizar os trabalhos do profissional responsável.
Segue um exemplo de utilização das características dos parâmetros específicos do relé em teste. Neste caso, o uso do arquivo ".rio".
Publicaremos depois mais alguns posts com algumas dicas de operação dos softwares, na forma de mini tutoriais, para ajudar no entendimento do uso das ferramentas disponíveis.
Uma dessas caixas responde pelo nome de F6150, da Doble Engineering. Possui design simples, 16 contatos para interface de controle (8 entradas e 8 saídas), fonte auxiliar DC(48,125 ou 250VDC), capacidade de sincronização por GPS para partida simultânea em 2 terminais, comunicação com o notebook de controle por Ethernet, envio e recebimento de mensagens GOOSE, entre outros recursos.
Pode ser controlada através, basicamente, de 2 softwares. Um é chamado de "Painel de Controle" e o outro é conhecido como "F6 Test". Estes possuem características distintas quanto aos objetivos. O primeiro possui interface mais simples e é utilizado para conferir a correta ligação da bancada ou ainda fazer alguns testes menos elaborados de pickup´s.
Já o F6 Test permite utilizar uma estrutura similar à navegação de pastas do Windows para organizar a base de dados, dividindo os testes por bay, por relé, por tipo de relés, como o usuário preferir. Um recurso interessante é que nesse ambiente podemos utilizar características da própria parametrização do equipamento que está sendo testado. Podem ser implementadas "curvas" de operação de sobrecorrente, utilização de arquivos ".rio" para relés de distância, slopes para relés diferenciais, ferramentas estas que podem agilizar os trabalhos do profissional responsável.
Segue um exemplo de utilização das características dos parâmetros específicos do relé em teste. Neste caso, o uso do arquivo ".rio".
Publicaremos depois mais alguns posts com algumas dicas de operação dos softwares, na forma de mini tutoriais, para ajudar no entendimento do uso das ferramentas disponíveis.
Como adicionar um relé Siemens em um projeto DIGSI?
Cada software desse segmento possui uma particularidade em relação a esse tópico.
No DIGSI, é relativamente simples para incluirmos um novo dispositivo em um projeto. É bastante comum precisarmos realizar esse procedimento em obras, comissionamentos ou até em bancadas, pois é o caminho para que tenhamos total acesso aos ajustes e configurações dos relés.
Há uma seleção de telas que registra todos os passos necessários até a conclusão da tarefa. Vejamos:
Passo 1: Anotar o MLFB (Código do Produto)
Esse código consta na lateral do dispositivo e nos informa as características de hardware do mesmo. Vou usar para o nosso exemplo um relé 7SJ64, com o seguinte código: 7SJ64255EB921FA0. Com isso feito, precisamos dizer ao DIGSI qual é o nosso equipamento. Fazemos isso através do caminho mostrado na tela abaixo:
Passo 2: Escolher o dispositivo
Com esse passo, o DIGSI vai abrir uma biblioteca chamada " Device Catalog ", que contém todos os relés disponíveis. Navegamos até o relé que queremos e adicionamos ao projeto. Vamos usar o Relé 7SJ642, V.4.7 . Depois que localizamos o relé, clicamos e arrastamos para a área de trabalho do DIGSI.
Passo 3: Digitar o MLFB
A ação anterior vai abrir uma tela chamada "Properties", onde iremos digitar o MLFB anotado. É simples e de compreensão rápida. Basta informar números e letras na mesma sequência encontrada no relé.
Pronto! Seu relé está pronto para ser parametrizado conforme a aplicação.
Conhecendo o DIGSI 4.82 - Siemens
Algumas vezes publicarei posts contendo o conhecimento básico das funcionalidades de algum software e suas principais características.
Hoje trago informações sobre o DIGSI 4.82. É um poderoso programa, do fabricante SIEMENS, onde é possível criar e configurar relés e sistemas, PLC´s, entre outros. Ajustes, lógicas, edição de displays e o gerenciamento dos dispositivos são feitos de forma integrada, facilitando o trabalho dos engenheiros e técnicos.
O programa está dividido em DIGSI Manager, DIGSI, Simatic CFC e Display Editor. Vejamos alguns detalhes de cada um:
DIGSI Manager : É o ambiente onde são criados a topologia do projeto e os equipamentos a serem utilizados. É o ponto de partida para o acesso à algum dispositivo em particular ou para algum dos demais softwares do pacote.
DIGSI : É o local onde são configurados os parâmetros dos relés, capturados dados de ocorrências e realizadas leituras de grandezas. São disponibilizadas informações sobre o estado atual do relé, quais foram as últimas faltas, oscilografias, log de eventos, entre outros.
Simatic CFC (Continuous Function Chart) : É o software utilizado para a criação e edição dos blocos lógicos, aplicados às funções de proteção e controle dos relés. É ligado diretamente com o DIGSI, através da Matriz de configuração.
Display Editor: Software para edição de telas ref. aos diagramas unifilares, medições e comandos dos equipamentos protegidos. Pode-se criar uma réplica do unifilar da SE onde encontra-se o equipamento, facilitando a compreensão do operador ou do mantenedor na hora da intervenção. Este recurso está disponível em alguns modelos apenas.
Com esses softwares, é possível gerenciar todos os dispositivos Siemens em uma instalação. Nas próximas postagens trago mais detalhes sobre cada um desses recursos.
Como comparar arquivos de ajustes no MiCOM S1 Studio - Areva
Existe uma ferramenta bastante útil no software MiCOM S1 Studio para os casos onde você não sabe qual é o arquivo correto a ser utilizado ou tem alguma dúvida em relação aos parâmetros de 2 arquivos.
A ferramenta é chamada "Compare" e é muito simples de aplicar. Basta acompanhar as telas abaixo:
Dessa forma, fica mais fácil avaliar as ações e assim, diminuir o índice de erros nos procedimentos de carga e descarga de arquivos.
Entendendo a relação de TC - RTC
Muitas vezes trabalhamos com diversos equipamentos que, nem sempre, sabemos exatamente como estes se comportam.
Pensando nisso, o Engº Josemi Araújo/SLCP elaborou uma apresentação que explica claramente como calcular as correntes secundárias de um TC ligado em série, série/paralelo e em paralelo, fixando uma corrente primária.
Vejam as imagens:



Pensando nisso, o Engº Josemi Araújo/SLCP elaborou uma apresentação que explica claramente como calcular as correntes secundárias de um TC ligado em série, série/paralelo e em paralelo, fixando uma corrente primária.
Vejam as imagens:
Site importante para os relés SEL.
Indico a todos os profissionais que trabalham com os relés SEL (Schweitzer Engineering Laboratories) que acessem o site www.selinc.com.br/guiarapido.html
Este site possui diversos guias para auxiliar os mantenedores na operação local através do relé, que mostram de maneira clara e objetiva os principais menus e telas de navegação, além do significado de led's e botões frontais dos equipamentos.
Podem ser encontradas informações sobre os relés SEL-351A, SEL-387, SEL-587, SEL-710, entre outros.
Este site possui diversos guias para auxiliar os mantenedores na operação local através do relé, que mostram de maneira clara e objetiva os principais menus e telas de navegação, além do significado de led's e botões frontais dos equipamentos.
Podem ser encontradas informações sobre os relés SEL-351A, SEL-387, SEL-587, SEL-710, entre outros.
Comutação automática de canais de comunicação em relés e unidades de controle Areva.
Os sistemas digitais onde estão implantados redes de comunicação entre os dispositivos de proteção e controle, algumas vezes, sofrem problemas que podem ser resolvidos de maneira simples. Na SE PRD (Pirapama II), durante o comissionamento do Trafo 04T4, que possui arquitetura Areva, foi constatado o seguinte fato:
Nos relés P142 (Sobrecorrente-Lados 230 e 69kV) e nas 2 unidades de controle (C264-Lados 230 e 69kV), quando há perda de comunicação, há comutação automática de canais, após o tempo fixo de 1 minuto.
Vale observar que para o reestabelecimento do canal defeituoso, devemos retirar/desconectar o canal ativo e aguardar o tempo fixo(1 min).
OBS: Essa comutação não ocorre com os relés P632 (Diferencial), por uma restrição no firmware, que deve ser corrigida pela Areva em breve.
Nos relés P142 (Sobrecorrente-Lados 230 e 69kV) e nas 2 unidades de controle (C264-Lados 230 e 69kV), quando há perda de comunicação, há comutação automática de canais, após o tempo fixo de 1 minuto.
Vale observar que para o reestabelecimento do canal defeituoso, devemos retirar/desconectar o canal ativo e aguardar o tempo fixo(1 min).
OBS: Essa comutação não ocorre com os relés P632 (Diferencial), por uma restrição no firmware, que deve ser corrigida pela Areva em breve.
Problemas de comunicação com relés Siprotec 4, Siemens.
Durante testes de integração SE/Centro de Controle, foi verificado um problema de comunicação com os relés 7SJ62 e 7SJ64, da família SIPROTEC 4, Siemens, em função do endereçamento Profibus, utilizado na interface Device-SICAM PAS.
Este endereço é verificado através do arquivo ".xml" exportado a partir do arquivo do relé aberto (File/Export/System Interface - xml). Quando analisamos o ".xml", conferimos o parâmetro "FMSAdr".
No PAS Configuration, temos o endereço correto do FMS e então podemos corrigí-lo no DIGSI, da seguinte forma:
Com o arquivo do relé fechado, botão direito em "Object Properties". Na aba "Profibus FMS Connections", "New", informa o novo número e "OK" para salvar.
Este endereço é verificado através do arquivo ".xml" exportado a partir do arquivo do relé aberto (File/Export/System Interface - xml). Quando analisamos o ".xml", conferimos o parâmetro "FMSAdr".
No PAS Configuration, temos o endereço correto do FMS e então podemos corrigí-lo no DIGSI, da seguinte forma:
Com o arquivo do relé fechado, botão direito em "Object Properties". Na aba "Profibus FMS Connections", "New", informa o novo número e "OK" para salvar.
Conhecendo o oscilo OSC 1000, da Ecil.
Esse RDP (Registrador Digital de Perturbações) possui uma característica inovadora sobre os e
quipamentos disponíveis hoje em dia. A divisão do equipamento em módulos.
Existe uma unidade central, chamada MR, que significa "Módulo Registrador", onde são conectados os cartões de aquisição, que podem ser de pontos digitais ou analógicos. A comunicação entre o MR e os cartões de aquisição de dados é feita por links de fibra ótica, o que garante total isolação elétrica entre cartões e elevado grau de imunidade a ruídos elétricos e interferências eletromagnéticas, além de permitir a instalação dos cartões digitais e analógicos diretamente nos cubículos a uma distância de até 200 m.
São necessários 4 softwares para o gerenciamento das funcionalidades do RDP. Vejamos:
OscAP
Objetivo: Análise das Perturbações. Possui localização de defeitos e alguns recursos para a interpretação dos oscilogramas.
OscCOM
Objetivo: Parametrização. Possibilita a implantação dos ajustes, informações sobre os analógicos, digitais, relações de TC´s e TP´s, entre outros.
OscLINK
Objetivo: Comunicação. Realiza a captura de ocorrências e permite o gerenciamento dos registros.
OscMAN
Objetivo: Manutenção. Aqui são feitos ajustes na calibração das cartões analógicos, alteração de dados sobre as interfaces de rede e alguns outros itens de reparo.
Sobrecorrente Direcional de Neutro versus Supervision nos relés Areva P442
As funções 67N(Earth fault O/C) e 50/51 de fase(Backup O/C) têm relação com a função "Falha fusível"(Supervision) para determinar a direcionalidade correta da falta.
Os ajustes 3503(I>1 VTS Block) , 3803(IN>1 VTS Block) e 380D (IN>2 VTS Block) especificam a condição de operação das referidas funções de sobrecorrente quanto à direcionalidade.
Se a função VTS (Supervision) estiver ativada e atuada, ou seja, houver uma "falha de fusível", os relés operam sem direcionalidade, considerando os pickup´s e tempos ajustados. Durante os testes de bancada, desabilitando a função "Supervision", constatou-se que não há operação do relé para "trás"(Reverse), implicando apenas na operação normal, ajustada para "frente"(Forward).
Os ajustes 3503(I>1 VTS Block) , 3803(IN>1 VTS Block) e 380D (IN>2 VTS Block) especificam a condição de operação das referidas funções de sobrecorrente quanto à direcionalidade.
Se a função VTS (Supervision) estiver ativada e atuada, ou seja, houver uma "falha de fusível", os relés operam sem direcionalidade, considerando os pickup´s e tempos ajustados. Durante os testes de bancada, desabilitando a função "Supervision", constatou-se que não há operação do relé para "trás"(Reverse), implicando apenas na operação normal, ajustada para "frente"(Forward).
Cuidados na hora de copiar arquivos de ajustes
Utilizando o software Micom S1 Studio, verifiquei o seguinte detalhe ao transferir arquivos do computador para o relé e vice-versa.
Quando fui descarregar um arquivo de ajustes ".set" em um relé, notei que este não assume alguns parâmetros que não são editáveis no software, como por exemplo a versão do software residente (firmware), encontrada no menu "System Data". Se houver a edição dos ajustes em um arquivo offline ou anteriormente carregado de outro dispositivo e, durante esse período, houver troca de firmware, o arquivo que será descarregado no relé não assume esse parâmetro nessa operação.
A solução encontrada foi carregar novamente o arquivo depois de enviar para o relé. Dessa maneira, fazendo o "extract", o arquivo ".set" do computador fica atualizado corretamente, capturando esses dados integralmente.
Quando fui descarregar um arquivo de ajustes ".set" em um relé, notei que este não assume alguns parâmetros que não são editáveis no software, como por exemplo a versão do software residente (firmware), encontrada no menu "System Data". Se houver a edição dos ajustes em um arquivo offline ou anteriormente carregado de outro dispositivo e, durante esse período, houver troca de firmware, o arquivo que será descarregado no relé não assume esse parâmetro nessa operação.
A solução encontrada foi carregar novamente o arquivo depois de enviar para o relé. Dessa maneira, fazendo o "extract", o arquivo ".set" do computador fica atualizado corretamente, capturando esses dados integralmente.
NIC-Network Interface Comunication - Areva
Encontramos uma sinalização constante relacionada a esse parâmetro quando ligamos o relé P442 Areva pela primeira vez.
NIC - significa Network Interface Comunication.Tem a ver com a interface do IEC 61850 e o relé fica alarmando que não consegue receber sinal da rede ou não está disponivel e por esta razão, deixa o "selo" dessa sinalização.
Esse ajuste não existe na OA e não é editável diretamente no software. Só é possível alterar no menu frontal do relé. A solução para o problema foi encontrada dessa maneira:
Navegando pelo menu frontal, seguimos para a aba "Communications" e encontramos o parâmetro "NIC Link Report". O ajuste de fábrica (Default) é "Alarm". Este ajuste deve então ser desativado, alterando o valor para "None".
Assim, conseguimos retirar o "selo" existente e o relé não mais irá sinalizar falha de comunicação.
NIC - significa Network Interface Comunication.Tem a ver com a interface do IEC 61850 e o relé fica alarmando que não consegue receber sinal da rede ou não está disponivel e por esta razão, deixa o "selo" dessa sinalização.
Esse ajuste não existe na OA e não é editável diretamente no software. Só é possível alterar no menu frontal do relé. A solução para o problema foi encontrada dessa maneira:
Navegando pelo menu frontal, seguimos para a aba "Communications" e encontramos o parâmetro "NIC Link Report". O ajuste de fábrica (Default) é "Alarm". Este ajuste deve então ser desativado, alterando o valor para "None".
Assim, conseguimos retirar o "selo" existente e o relé não mais irá sinalizar falha de comunicação.
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